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24/07/2019 11:40

#CircuitoLuizOrlando - Mais de 5 mil pessoas assistiram ao filme “Café com Canela” no segundo ciclo do Circuito

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Exibição em Catu (Foto: Keu Guerra)

Após alcançar mais de 4 mil espectadores no primeiro ciclo, que ocorreu de novembro de 2018 a março deste ano, o Circuito Luiz Orlando de Exibição Audiovisual encerrou seu segundo ciclo com um novo recorde de público. Entre abril e junho de 2019, o Circuito recebeu 5.354 espectadores.

O projeto é promovido pela Diretoria de Audiovisual da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Dimas/Funceb) e no período exibiu o longa metragem baiano Café com Canela, de Glenda Nicácio e Ary Rosa. No primeiro e segundo ciclo, o Circuito foi realizado em parceria com o projeto Escolas Culturais.

O filme, realizado no Recôncavo da Bahia, foi exibido em 78 sessões, em 65 municípios baianos, para 5.222 pessoas. O enredo da produção conta o reencontro de duas mulheres com vidas marcadas pelo luto, além de abordar aspectos diversos como ancestralidade, machismo e homofobia.

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Circuito Luiz Orlando em Alagoinhas (Foto: acervo pessoal)


Os destaques de público na exibição de Café com Canela foram Nova Canaã (com 311 participantes), Alagoinhas (255), Santana (215), Porto Seguro (175), Catu (163) e Ribeira do Pombal (146).

Além de Café com Canela, outras produções cinematográficas foram exibidas no segundo ciclo do Circuito. Foram estes: 1798: Revolta dos Búzios, de Antônio Olavo; Revoada, de José Humberto Dias; É proibido menino calçado entrar na escola, de Edson Bastos e Henrique Filho; e Astrogildo e a Astronave, de Edson Bastos, que juntos, alcançaram 132 espectadores nas cidades de Jussari, Bom Jesus da Lapa e Candeias.


Terceiro Ciclo

11O terceiro ciclo do Circuito Luiz Orlando já começou no interior o estado. Desta vez com o filme documentário “Mokambo”. Idealizado e dirigido pela jornalista Soraya Mesquita, o documentário retrata a materialidade e a espiritualidade que o povo Bantu disseminou na identidade brasileira.

A inspiração para a realização do projeto veio de Taata Anselmo, sacerdote do terreiro Mokambo, que, na descendência religiosa, é filho de Mãe Mirinha do Portão, neto de Joãozinho da Gomeia e bisneto de Severiano Manuel de Abreu, o Jubiabá.

O terreiro, localizado no bairro Trobogy, em Salvador, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) em 2016, é uma referência na preservação e divulgação da cultura Bantu, com o Memorial Kisimbiê – Águas do Saber, premiado pelo IPAC como Espaço de Visibilidade e Manutenção da Tradição Bantu no Brasil.

Filme Mokambo (Foto: reprodução Youtube)
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