Programa 2 | Lanterna Mágica | 1h02’54’’
12.11, qua - 20h | 13.11, qui - 17h | 15.11, sab - 15h


“O importante não é o dedo, é a Lua”
George Néri | 5’ | EXP | 2008 | Vitória da Conquista – BA
geoneri23@yahoo.com.br

A partir da mistura das variações do gênero do cinema, o vídeo propõe
uma experiência auditivo-visual de interpolação cognitiva entre o cinema
mudo e o cinema audível.


Q’aiturastro
Sandra de Berduccy | 5’ | ART | 2008 |Salvador – BA
dberduccy@yahoo.com

Q’aiturastro, rastro de linhas, apresenta quatro movimentos que relacionam
a elaboração tradicional de fio de lã com fibras de animais, chamado
em quíchua q’aitu, e os “períodos” da migração. Cada um destes
movimentos evoca elementos da cultura boliviana, como a pushka ou
fuso, e os enfeites para o cabelo, chamados tullmas, cada um destes considerados
como elementos identitários que se vão deixando de lado no
processo de migração do campo para as cidades ou para outros países.


O Tico-Tico
Caó Cruz | 5’ | ANM | 2008 | Salvador – BA
caocruzalves@gmail.com

Após ouvir Carmen Miranda cantar o Tico-tico na televisão, um gato
tem uma série de sonhos eróticos e animalescos.


IN-Pressões sobre Azulejos: En saio para Banheiro,
Vestiário, Hospital.
Verônica de Moraes | 4’40’’ | VDÇ | 2008 | Salvador – Ba
vedemoraes@gmail.com

Sobre azulejos tem como proposta apresentar um recorte acerca
de um corpo que habita um não-lugar. O intuito é de criar ima25
gens ambivalentes que podem remeter a banheiros, vestiários,
hospitais... na relação entre o lugar-azulejo e o corpo que imprime
suas partes e história em sua superfície. O trabalho é um ensaio
vídeo-performativo do Coletivo L.A.M.I.A, que tem o interesse em
pesquisar as relações entre corpo, ambiente e linguagem audiovisual
em suas experimentações.


22.1 (Vinte e dois ponto um)
Luma Reis | 4’03’’ | FIC | 2008 | Santo André – SP
lumareis@gmail.com

Num culto evangélico, em um cinema que virou igreja, três jovens fazem
uma intervenção baseada em dois clássicos do cinema francês.


Walterville
Alexandre X | 3’52’’ | EXP | 2008 | Salvador – BA
guena.alexandre@gmail.com

O cinema é o lugar de entrar em outros mundos. Mas, em Walterville,
a platéia vislumbra a si mesma. A tela funciona como um espelho, e a
sala é mais do que uma simples sala. Nela, mora o fantasma do crítico
e ensaísta Walter da Silveira, que, com seus eruditos conceitos sobre a
sétima arte, precisa conviver junto ao novo cinema, ao público ingênuo
e aos formatos mais heréticos. Chega um ponto, porém, em que a
convivência se torna catártica e o público padece da maldição.


Enfim-Memórias de um Mensageiro
• Concorrendo ao Prêmio Vito Diniz, de melhor vídeo de Jovem Realizador
André Lima Santana | 5’ | FIC | 2008 | Feira de Santana – Ba
deco-sant@hotmail.com

A vida, até agora, só inventou uma coisa que seguramente vai acontecer...
A morte é uma piada sem graça. A morte é um exagero. A morte é
companheira. Este documentário relata três histórias reais, carregadas
de fatos inusitados, contadas a partir do olhar de um coveiro, que se
acostumou a ver a morte com naturalidade.


Desígnio da Ironia
Caó Cruz | 3’44’’ | ANM | 2008 | Salvador – BA
caocruzalves@gmail.com

Uma realização sobre a canção Desígnio da Ironia, de Ben Leeb e Orlando
Pinho, para a banda ZOOA, estreante no cenário musical baiano.
Imagens trabalhadas em caleidoscópio, a partir de sugestões e referências
contidas na letra da música, aludem às figuras, para seus autores,
mais significativas da arte do século vinte, cujos ecos das obras,
indo além do seu meio, repercutem até hoje em várias direções, sendo
Marcel Duchanp o mais emblemático deles.


BAROCinha
Tiago Lins e Milianie Matos | 4’38’’ | VDÇ | 2008 | Salvador – BA
milianie@gmail.com

A videodança Barocinha está vinculada a um projeto de intervenção
urbana realizado na Vila Nova Esperança, popularmente conhecida
como Comunidade da Rocinha, no Pelourinho. Reconhecendo os
mecanismos de construção co-dependentes entre o corpo e a cidade,
propomos a simultaneidade entre as mídias vídeo, música e corpo na
relação com o ambiente. Este vídeo problematiza imagem produto
do Pelourinho, o contraste entre suas fachadas barrocas e os casebres
periféricos - uma linha entre a tinta fresca e o barro. Para quem é a Cidade?
Para quem é o Pelourinho? Como as estratégias de sobrevivência
se estabelecem na relação entre corpo e cidade?


Voltage
Willian Paiva e Filippe Lyra | 4’11’’ | ANM | 2008 | Olinda – PE
festivais@aeso.br

Assim como os sintetizadores modulares, as pessoas se conectam entre
si para atingir vários objetivos. Em Voltage, robôs meio humanos e
meio sintetizadores, movidos por doses cavalares de energia, conectam-
se num transe elétrico e caótico.


A JANELA
Rafael Jardim | 3’45’’ | VCP | 2007 | Salvador – BA
rafaeljardimcine@gmail.com

Num universo particular, uma garota aguarda ansiosa a chegada de
seu grande momento.


C.C.D. Charge CANNIBAL Device
André de Faria | 1’40’’ | ART | 2008 | Salvador – BA
andredefariacontato@bol.com.br

Várias objetivas e câmeras fotográficas antigas e obsoletas aparecem
em seqüência, fazendo referência a uma tecnologia ultrapassada, porém
fundamental para o desenvolvimento do atual nível tecnológico
das câmeras eletrônicas digitais.


RETRATO
Ernesto Molinero e Paula Gomes | 5’ | FIC | 2008 | Salvador – BA
ernestomolinero@gmail.com

Década de 30. Uma família de imigrantes muito atrapalhada embarca
em uma divertida jornada ao tentar tirar um retrato para convencer
seus parentes distantes da próspera situação em que se encontram.


Eu não tô entendendo
Amanda Maya | 4’42’’ | FIC | 2008 | São Paulo – SP
amandamaya@uol.com.br

Joel, um namorado extremamente ciumento, ameaça de morte sua
namorada, Teresa, uma atriz, para que ela diga para ele “Eu Te Amo”
da mesma forma que o faz em peças de teatro. Dois amigos do casal
intervêm na tentativa de solucionar o impasse, que caminhará para
um clímax e final surpreendente.