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12/04/2018 18:00

Minicurso de Cinema Africano movimenta Sala Alexandre Robatto

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Alex França: Oportunidade para compartilhar informações sobre o cinema africano (Foto: Fabíola Silva)

Além das exibições e debates, a ''I Mostra Itinerante de Cinema Negro - Mahomed Bamba'' tem oferecido várias ações formativas. Caso do minicurso de Cinema Africano, ministrado pelo professor Alex França, na Sala Alexandre Robatto, com o apoio da Fundação Cultural da Bahia (FUNCEB), por meio da Diretoria de Audiovisual (DIMAS).

Docente do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da UFBA, escritor, pesquisador e crítico de cinema; França traçou um panorama do cinema africano em língua portuguesa e explicou um pouco a realidade da produção audiovisual em alguns países do continente. Dentre os temas abordados, destacou-se a transformação nas formas de financiamento nos períodos e pós-independência e as soluções encontradas por produtores e realizadores.

Alex França, que é Especialista em Metodologia do Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena, comenta qual o objetivo da atividade: "A ideia o minicurso é fruto de uma pesquisa que venho realizando ao longo dos anos e que, por muitas vezes, fica atrelada apenas à esfera acadêmica. Disseminar informações e histórias para quem não transita na universidade, é estimular a busca do conhecimento e procura de outras vertentes ligadas ao tema", contextualiza.


Desafios

A ''I Mostra Itinerante de Cinema Negro - Mohamed Bamba'' exibe,  até o dia 15 de abril, mais de 35 obras em longas e curtas-metragens, realizadas entre 2015 e 2017 e produzidas por cineastas negros/as do Brasil e de países africanos de língua portuguesa, como Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial. É uma oportunidade especial para os pesquisadores, estudantes e interessados conhecerem as tradições, dificuldades e desafios enfrentados pelos cinemas africanos.
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